Muitas vezes vivemos o mundo sem dar valor às coisas mais simples nele existentes. Vivemo-lo de forma tão intensa e exterior que acabamos por não nos encontrarmos.
O silêncio é a palavra mais calada e mais simples para nos ouvirmos por dentro. Dá-nos oportunidade de olharmos para o nosso interior e reflectir sobre o nosso passado, presente e futuro. Permite-nos tomar decisões mais acertadas ou, pelo menos, pensar mais sobre estas, decidindo qual o melhor caminho para navegar. Não é, contudo uma chave que nos tranca a possibilidade de conhecer o mundo e de lhe dar a conhecer, mas sim uma porta para nos exprimirmos de outra maneira.
O silêncio é a palavra mais calada e mais simples para nos ouvirmos por dentro. Dá-nos oportunidade de olharmos para o nosso interior e reflectir sobre o nosso passado, presente e futuro. Permite-nos tomar decisões mais acertadas ou, pelo menos, pensar mais sobre estas, decidindo qual o melhor caminho para navegar. Não é, contudo uma chave que nos tranca a possibilidade de conhecer o mundo e de lhe dar a conhecer, mas sim uma porta para nos exprimirmos de outra maneira.
Um olhar pode falar sem ter boca. Os olhos, muitas vezes, dizem o que as palavras calam. Um olhar vago, um olhar sem direcção, pode mostrar a tristeza que não quer ser mostrada, assim como um brilho radiante pode exteriorizar uma felicidade sem que esta queira ser evidenciada.
Um gesto…um gesto pode unir frases e pensamentos ou dizer, simplesmente, o que as palavras não definem. No amor, um abraço pode transmitir sensações mais significantes do que quando estas são verbalizadas. Calor, conforto, carinho…não serão sentimentos que o gesto potencializa e a fala condiciona?
O silêncio não nos fecha a cadeado, o silêncio é um código para nos amplificarmos.
Sem comentários:
Enviar um comentário